Florianópolis é uma das capitais com maior custo de vida do Brasil. A ilha combina beleza natural com preços que pesam no bolso — e a conta de luz na Celesc é um dos gastos que mais incomodam moradores e empresários. Com verões que passam de 32°C e ar-condicionado ligado de novembro a março, a fatura dispara tanto para o restaurante na Lagoa da Conceição quanto para a casa com 2 splits no Campeche.
A boa notícia: existe um caminho regulado, sem investimento e sem obra para reduzir essa conta em 10% a 20% todo mês. É o mercado livre de energia, operado por comercializadoras como a iGreen Energy.
O que é o mercado livre de energia (e por que importa pra Florianópolis)
O mercado livre de energia é um ambiente regulado pela ANEEL onde o consumidor pode escolher de quem comprar energia, em vez de pagar a tarifa fechada da distribuidora (no caso de Florianópolis, a Celesc). A iGreen Energy compra energia limpa em grande volume, direto de geradoras, por contratos de longo prazo. O desconto é repassado ao consumidor final em contrato.
A Celesc continua entregando a energia pelos mesmos fios, postes e medidores. Se cair um poste na SC-401 depois de um temporal de verão, é a Celesc que conserta. A única mudança é quem comercializa a energia — e quanto você paga por ela.
Quanto dá pra economizar em Florianópolis
O desconto da iGreen fica entre 10% e 20% sobre o valor da energia consumida:
Para residências
Uma casa no Campeche com 2 ares-condicionados e conta média de R$ 700/mês economiza de R$ 84 a R$ 140/mês. No verão, quando a conta sobe pra R$ 1.000, a economia vai a R$ 120 a R$ 200. Em 12 meses, são R$ 1.000 a R$ 1.680 de volta pro bolso.
Para pousadas e hotéis
Uma pousada em Jurerê Internacional com 15 quartos climatizados e conta média de R$ 5.000/mês na temporada: economia de R$ 600 a R$ 1.000/mês. Um hotel em Canasvieiras com conta de R$ 10.000/mês na temporada: economia de R$ 1.200 a R$ 2.000/mês.
Para restaurantes e bares
Um restaurante na Lagoa da Conceição com câmara fria e climatização, conta média de R$ 3.000/mês: economia de R$ 360 a R$ 600/mês. Os estabelecimentos em Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha têm perfil semelhante.
Para empresas de tecnologia
Um escritório de TI no Sapiens Parque ou SC-401 com 50 posições climatizadas, conta de R$ 2.500/mês: economia de R$ 300 a R$ 500/mês = R$ 3.600 a R$ 6.000/ano.
Uma pousada em Jurerê que gasta R$ 5 mil por mês na Celesc durante a temporada pode economizar até R$ 12 mil por ano com a iGreen — sem instalar nada, sem trocar nenhum fio.
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Quero saber como →Por que a conta de luz é alta em Florianópolis
1. Clima quente e úmido no verão. De novembro a março, Florianópolis registra temperaturas entre 28°C e 32°C com alta umidade. O ar-condicionado vira necessidade, tanto nas casas da ilha quanto nos estabelecimentos comerciais. A conta da Celesc sobe significativamente nesse período.
2. Turismo intenso na temporada. A ilha recebe mais de 1 milhão de turistas no verão. Pousadas, hotéis, restaurantes e bares operam a plena capacidade com climatização, iluminação e equipamentos de cozinha 24h.
3. Polo tecnológico climatizado. As 1.300+ empresas de tecnologia da Acate operam escritórios com ar-condicionado o dia todo, o ano todo. Servidores, computadores e climatização geram contas pesadas.
Bairros e regiões que mais economizam
- Jurerê Internacional e Canasvieiras — pousadas, hotéis e casas de alto padrão com múltiplos ares
- Lagoa da Conceição — restaurantes, bares, lojas e residências
- Campeche e Novo Campeche — bairro residencial em expansão com famílias jovens
- Centro e Trindade — comércios, escritórios e edifícios residenciais
- Coqueiros e Itacorubi — bairros residenciais de classe média-alta
- Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui — restaurantes gastronômicos e pousadas boutique
- Ingleses e Santinho — forte presença de turismo e residências de veraneio
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